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Principais Erros Cometidos Antes de Iniciar o Processo de Gestão de Mudanças





Fusões e aquisições, reposicionamento estratégico, reestruturações ou mudanças de tecnologias geram grande expectativa não só nos líderes como também em toda a equipe. Tal ansiedade e a falta de preparação adequada fazem com que muitas organizações cometam erros antes mesmo de iniciar o processo de gestão da mudança. É importante que a liderança perceba que para iniciar qualquer transformação é necessário passar pela fase do diagnóstico, que engloba analisar o momento atual da empresa e verificar o que precisa ser feito para que ela alcance seus objetivos com a mudança, a partir da análise do estágio atual.

Um dos equívocos mais comuns é quando não se cria um senso adequado de urgência entre executivos e funcionários, quando a situação pede maior agilidade do grupo. O melhor nesse caso é sempre o bom senso. Toda a companhia precisa entender as razões da necessidade da mudança e acompanhar o timing em que ela deva ocorrer.

Outro problema ocorre quando o líder não consegue estabelecer um vínculo de confiança e engajamento o suficiente para fazer com que a empresa atue como um time, ou seja, para que todos conheçam as táticas e saibam a hora certa de colocá-las em prática. Logo, ele não deve subestimar a necessidade que seus funcionários têm de conhecer a visão corporativa da empresa. Para que a mudança ocorra da melhor maneira possível, a comunicação interna e externa também deve ser efetiva, alcançando assim todos os níveis da organização.

É fato que o líder tem papel importante na orientação do processo em andamento, contudo centralizar o poder não é o melhor caminho para o desenvolvimento. Eliminar obstáculos e estruturas que atrapalham a visão da mudança e desencorajam os funcionários são medidas que favorecem sua construção. O conceito de empowerment (descentralização do poder) deve ser lembrado frequentemente. Além disso, as empresas têm a falsa ilusão de que o processo de mudança não apresenta resultados em curto prazo, pelo contrário, as transformações devem ser sentidas progressivamente por todos que fazem parte da corporação. Contudo, isso não significa que o sucesso é garantido. É preciso acompanhar o caminho da mudança, para que seja possível consertar possíveis erros ainda em suas raízes.

E, por fim, um dos erros mais graves: a não incorporação das mudanças à cultura da empresa, já que assim não haverá familiarização entre a companhia e os colaboradores. Estruturar a gestão da mudança é um processo complexo, por isso, o ideal é que o corpo executivo conte com a ajuda de profissionais especializados para que seja feito um diagnóstico da empresa de forma parcial e que possa auxiliar na implantação e na condução de uma mudança efetiva e eficaz.


 *Conteúdo produzido por Jorge Bassalo.



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2 comentários:

Jorge Bassalo disse...

Sem citar organizações, alguém teria um exemplo vivenciado da "não incorporação das mudanças à cultura da empresa" comentado no último parágrafo desse post? Algum fato concreto?

Cláudius Jordão disse...

Muito importante a abordagem sobre engajamento, pois é um desafio constante nos projetos e o "empowerment" é uma excelente estratégia para obtê-lo, uma vez que permite aos envolvidos participarem ativamente do processo de transformação e não somente serem informados do cenário futuro.

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