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Grandes Mudanças, Resistências Ocultas


As mudanças sempre estiveram presentes na humanidade, mas atualmente a velocidade com que elas acontecem, exige de nós uma reação mais ágil para adaptação ao novo.

As origens da mudança podem ser econômicas, sociais, tecnológicas, entre outras. No âmbito organizacional, por exemplo, mudam-se estratégias, políticas, sistemas, organogramas etc. que demandam ajustes de toda a Cia, num esforço contínuo de sobrevivência e crescimento.

Grandes mudanças causam desconforto nas pessoas e mesmo sendo naturais e necessárias, nem sempre são prontamente aceitas por parte dos indivíduos impactados por ela.

As pessoas sofrem com a perda de controle e quando saem da sua zona de conforto, perdem a confiança e questionam-se sobre sua competência no novo contexto.  No íntimo de cada um, estão suas expectativas, motivações, objetivos e medos, e até que se aceite a mudança, vive-se o choque, a negação e até raiva. Qualquer conduta que objetiva manter o status quo em face da pressão para modificá-lo é uma das principais barreiras à mudança bem-sucedida, afirmam HERNANDEZ, José e CALDAS, Miguel no artigo intitulado “Resistencia à Mudança: uma revisão crítica” (2001).

O comportamento daqueles que resistem podem ser explícitos, como a hostilidade ou a falta de participação em reuniões e eventos, ou ocultos, traduzidos em passividade, apatia, sabotagem e baixa produtividade.

Para anular ou reverter o processo de resistência é preciso gerenciar a mudança de forma a construir o comprometimento dos envolvidos em prol da transformação desejada. Para isso, algumas estratégias são apontadas por KOTLER e SCHLESINGER (1979), como um processo contínuo de educação e comunicação para todos os envolvidos, o estímulo à participação e ao envolvimento no processo de mudança, a promoção do entendimento do contexto e propósito da mudança, o suporte às dúvidas, entre outras.

Como vimos, a literatura sobre resistência à mudança é vasta. Contudo, o que vemos na prática é que ainda enfrentamos grandes desafios para lidar com tais aspectos ocultos que permeiam a cultura e a política de cada organização. Temos muito que aprender, pois a resistência ainda é uma das principais barreiras à transformação organizacional.

 *Conteúdo produzido por Giovanna Stamato.






5 comentários:

Cláudius Jordão disse...

Muito importante o conteúdo do post. Por mais metodologias que existam abordando as mudanças no âmbito organizacional, o aspecto humano será sempre o caminho crítico para a real transformação.

Unknown disse...

Muito bom o texto, uma ótima reflexão sobre a necessidade de adaptação do ser humano durante o processo de mudanças na sua vida.

Unknown disse...

As mudanças precisam ser encaradas como desafios a conquistar. Cabe a nós estarmos abertos e preparados para a aceitação e conquistas de novas oportunidades de crescimento. Certamente os resultados aparecerão. Parabéns Giovanna pelo post. Primeiro de uma série.

Jorge Bassalo disse...

O ser humano ao se deparar com uma mudança que irá impactar a sua forma de agir, tem a real noção do mal que ela pode causar ao seu ambiente, seja pessoal ou organizacional, ao resistir ao momento?

Roseli disse...

Excelente artigo. Realmente as mudanças são inevitáveis e imprescindíveis. Muitas vezes promove grandes avanços e melhorias tanto para as organizações quanto para as pessoas envolvidas no processo. A rapidez em que ocorre tais mudanças de forma inesperada e abruta é que gera estas incertezas, medos apreensão pelo fato de não ter tempo para adaptações e isto ocasiona o desconforto. O treinamento, o aperfeiçoamento e uso de outros mecanismos se faz necessários para que se tenha uma ideia clara do processo de mudança que esta ocorrendo no momento. Porém almejamos sempre resultados rápidos e ao contrário destas expectativas colheremos resultados a médio e longo prazo. Além desta visão clara de como acontece tal processo se faz necessário motivar todos para que se torne realidade. Pois somos movidos a motivação. É bom que fique claro quais são as consequências, benefícios e qual o tempo necessário para que se tenha resultados plausíveis.

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